3.5.08

vaga em concurso

TST confirma direito de deficiente à vaga em concurso

O Plenário do Tribunal Superior do Trabalho (TST) fixou precedente sobre o
preenchimento das vagas destinadas a portadores de deficiência física nos
concursos públicos na Justiça do Trabalho. O tema examinado, sob a
relatoria da ministra Maria Cristina Peduzzi, tratou de situação em que o
percentual para aprovados deficientes, aplicado ao número de vagas
oferecido, resultava em uma fração. Em sua decisão, o Pleno do TST examinou
e negou recurso ordinário em mandado de segurança.

O recurso foi interposto por um candidato aprovado em recente concurso
(2003) para o quadro de cargos do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª
Região (com jurisdição no Rio Grande do Sul). Cinco vagas foram oferecidas
para o cargo de analista judiciário e o percentual para portador de
deficiência física foi fixado em 5%. O autor do recurso obteve o nono lugar
na classificação e pretendia ser nomeado para uma das duas vagas reservadas
para a capital, Porto Alegre; as demais destinavam-se ao interior do Estado.

A direção do TRT gaúcho, contudo, destinou a segunda vaga na capital a uma
candidata portadora de deficiência física, aprovada em 24º lugar na
classificação geral. A medida foi questionada pelo candidato em mandado de
segurança, sob o argumento de que, diante da oferta do edital, a aplicação
do percentual de 5% corresponderia a 0,1 vaga. Segundo o candidato, a
fração não poderia ser arredondada para cima, o que levaria à conclusão de
inexistência de vaga para deficiente em Porto Alegre.

O mandado de segurança foi negado. O autor recorreu ao TST, alegando que a
nomeação da 24ª colocada teria resultado em afronta à lei, pois o
percentual aplicado para a nomeação da deficiente foi de 50%. Frisou que a
Lei nº 8.112 de 1990 limita a reserva de vagas para candidatos portadores
de deficiência ao percentual máximo de 20% e que a Resolução nº 155 do
Conselho da Justiça Federal indica que, se a fração for inferior a 0,5, o
arredondamento será feito para o número inteiro imediatamente inferior.

A relatora frisou que a Constituição garante ao portador de deficiência
física condições especiais de concorrência em concursos, a fim de promover
a inclusão desse grupo minoritário no serviço público. Lembrou que a
Convenção nº 159 da OIT, ratificada pelo Brasil, prevê medidas de inserção
dos deficientes no mercado de trabalho.

O critério de arredondamento adotado foi o certo, pois favorável à
portadora de deficiência. "Por mais que se discorde do critério e não o
considerem adequado, é uma regra a ser obedecida, sustentada pelo simples
princípio de que, em se tratando de uma pessoa, não se pode proceder ao
fracionamento", afirmou Cristina Peduzzi, que também citou decisão do
Supremo Tribunal Federal tomada no mesmo sentido.

A ministra esclareceu, ainda, que a natureza democrática do direito
volta-se à proteção das minorias, devido à situação desigual face à
maioria, no caso concreto, os candidatos sem deficiência física. "O direito
será mais justo quanto mais próximo estiver de englobar o outro – o que é
excluído", concluiu Cristina Peduzzi. (ROMS 1545/2004-000-04-00.3)

12.4.08

Eleições 2008


Acessibilidade nas Eleições 2008: 7 de maio é o último dia para pedir
transferência para uma seção eleitoral acessível

Em 5 de outubro serão realizadas as próximas eleições municipais onde
os cidadãos eleitores escolherão os prefeitos e vereadores de suas
cidades. O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida tem até o
dia 7 de maio para solicitar transferência para uma seção eleitoral
especial.


Dia 7 de maio, uma quarta-feira, é o último dia para que o eleitor que
tenha deficiência ou mobilidade reduzida solicite junto à Justiça
Eleitoral mudança da sua seção eleitoral para outra, chamada de
especial, que conte com acesso amplo e irrestrito.

A data é publicada a cada eleição pelo Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) e correspondente a 151 dias antes das eleições de acordo com a
Lei nº 9.504/97, art. 91, caput e Resolução nº 21.008/2002, art. 2º).
Esse prazo é o mesmo para o cidadão que precisa obter o título de
eleitor.

"É importante que o eleitor tome essa atitude e avise que necessita de
acesso para poder votar. A justiça não tem como saber onde estão
localizados esses eleitores, por isso comunicar é fundamental", lembra
a vereadora Mara Gabrilli.

Segundo pesquisa realizada nas últimas eleições pelo Instituto
Paradigma, Movimento Voto Consciente e alunos do Centro Universitário
São Camilo, a relação entre a informação dos eleitores e número de
seções varia bastante entre os bairros. Na cidade de São Paulo, em
2006, o bairro de Pinheiros tinha 44 seções especiais, enquanto em
zonas periféricas, alguns cartórios indicavam apenas uma seção,
pautados na pouca demanda do eleitorado.

As seções especiais não possuem escadas, facilitando o acesso às
urnas. Segundo o TSE, todas as zonas eleitorais dispõem de seções
especiais. Idosos com dificuldade de locomoção também podem transferir
seu título para uma seção especial, já que as seções especiais não são
exclusivas para os eleitores com deficiência.

Em São Paulo, de acordo com TRE-SP, existem 347 locais de votação com
seções especiais na capital e 1.191 no interior. O eleitor pode obter
o endereço dos cartórios eleitorais no site www.tre-sp.gov.br ou tirar
dúvidas na Central de Atendimento ao Eleitor pelos telefones 148
(ligação local para todo o Estado) ou (11) 6858-2100 (para ligações da
capital).

A sala de votação da pessoa com deficiência, de acordo com a lei, é
determinada pelos juízes eleitorais, devidamente orientados pelos
Tribunais Regionais Eleitorais. Segundo o Decreto Federal 5.296 de
2004, "no caso do exercício do direito de voto, as urnas das seções
eleitorais devem ser adequadas ao uso com autonomia pelas pessoas com
deficiência ou com mobilidade reduzida e estarem instaladas em local
de votação plenamente acessível e com estacionamento próximo".

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10.4.08

HISTÓRIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL



LIVRO CONTA A HISTÓRIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL

Acaba de ser lançado pela Giz Editorial, o livro "CAMINHANDO EM SILÊNCIO -Uma introdução à trajetória da pessoa com deficiência na história do Brasil", de Emílio Figueira. Neste momento quando o tema Inclusão Social e Escolar estar em voga, esta obra traça em suas 184 páginas o percurso das pessoas com deficiência na História do Brasil, passando pelos os indígenas,os jesuítas, a escravidão, o Império, o surgimento da medicina brasileira, a República, os momentos da Educação Especial, chagando à consciência e aos movimentos políticos dessas pessoas e sua autonomia iniciada em 1981. Foca ainda a temática "deficiência" dentro de nossas lendas, literatura e artes em geral. (veja o Sumário abaixo)

Fruto de uma pesquisa sistemática durante dez anos, seu contexto reforça a teoria que a maioria das questões que envolvem as pessoas com deficiência no Brasil - por exemplo, mecanismos de exclusão, políticas de assistencialismo,sentimentos de piedade, caridade, inferioridade, oportunismo, dentre outras -, foram construídas culturalmente. Na organização dos capítulos há uma forma didática e multidisciplinar, visando colaborar com várias áreas como Psicologia, Pedagogia, Sociologia, História, Medicina, Artes e afins.Considerando este trabalho como o nascimento de uma Historiografia especializada em assuntos da pessoa com deficiência no Brasil, Emílio Figueira é psicólogo, jornalista e historiador, sendo este o seu décimo primeiro livro publicado. Como pesquisador há duas décadas na área, conta com mais de quarenta artigos científicos publicados no Brasil e exterior.Atualmente cursa mestrado em Educação: Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica - PUC/SP.

SERVIÇO: O livro pode ser adquirido no site da editora  www.gizeditorial.com.br ou na rede da Livraria Cultura.

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

INTRODUÇÃO

UNIDADE I - PRIMEIROS ECOS HISTÓRICOS

Capítulo 1 - Índios: A política de exclusão entre nossos primitivos

Capítulo 2 - A Companhia de Jesus: o assistencialismo dos Jesuítas

Capítulo 3 - Violência gerando deficiência entre os escravos

Capítulo 4 - Medicina, hospitais e reabilitação: O estabelecimento da cultura 
"deficiência associada à doença



UNIDADE II - MOMENTOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Capítulo 5 - O início das instituições e entidades assistenciais (1854-1956)

Capítulo 5 - Legislações e políticas nacionais (1957 aos dias atuais)

Capítulo 7 - Algumas entrelinhas da Educação Especial



UNIDADE III - CONSCIÊNCIA E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA

Capítulo 8 - 1981 - O Ano Internacional de Pessoa Deficiente no Brasil

Capítulo 9 - Movimentos políticos da pessoa com deficiência

Capítulo 10 - As Representações Sociais geradas pelos Movimentos



UNIDADE IV - LENDAS, ESCRITORES E ARTISTAS HISTÓRICOS BRASILEIROS

Capítulo 11 - O assunto deficiências em algumas lendas brasileiras

Capítulo 12 - Nas entrelinhas de nossa literatura

Capítulo 13 - No contexto das expressões artísticas

Acessibilidade nas Comunicações

Acessibilidade nas Comunicações com Paulo Romeu no Papo Inclusivo


"Pessoas com deficiência na mídia brasileira". Debate será realizado dia
24/04/08 as 14h, no Anfiteatro João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da
Universidade de São Paulo (Av. Dr. Arnaldo, 715 -próximo ao metrô Clínicas).

Os interessados devem fazer sua inscrição pelo e-mail aline.eredia@usp.br ou
no dia do evento. Será gratuito a todas as pessoas e será transmitido ao
vivo pelo Sistema de IPTV da USP (www.iptv.usp.br) e posteriormente
armazenado no site, para consulta.

http://www.saci.org.br/index.php?modulo=akemi&parametro=21400

8.4.08

I Jornada de Osteogênese Imperfeita do Instituto da Criança do HC


I Jornada de Osteogênese Imperfeita do Instituto da Criança do HCFMUSP:
AJUDANDO OS PACIENTES COM OSTEOGÊNESE IMPERFEITA E SEUS FAMILIARES E APRENDENDO COM ELES

DATA: 12 DE ABRIL DE 2008
HORÁRIO:08HS - 12:30HS

LOCAL: Anfiteatro do Instituto da Criança do Hospital das ClÍnicas da Faculdade
de medicina na Universidade de SÃo Paulo

PÚBLICO ALVO: Pacientes com Osteogênese Imperfeita e familiares, profissionais responsáveis pelo atendimento dos pacientes com Osteogênese Imperfeita : pediatras gerais,  endocrinologistas e geneticistas, ortopedistas, enfermeiros, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos.

REALIZAÇÃO: Unidades de Endocrinologia, Genética e Serviço de Assistência Social do Instituto da Criança do HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.



6.4.08

procedimentos incorporados aos planos de saúde




Planos de Saúde: mudança do rol de coberturas obrigatórias
 
  Quais são os procedimentos incorporados aos planos de saúde?

Mais de três anos se passaram desde a última revisão do rol de procedimentos. Porém, a mudança promovida pela ANS em 2 de abril pouco acrescentou à lista de cobertura obrigatória dos planos de saúde.

Como o novo rol ainda não cobre diversos procedimentos, o resultado é que o Sistema Único de Saúde (SUS) fica com o encargo de atender toda a população brasileira em casos de alta complexidade e geralmente mais caros, que não são cobertos pelos planos.

O Idec não concorda com a existência de um rol de procedimentos excludente, do qual não constam diversos procedimentos que são necessários para o diagnóstico de doenças e o cuidado à saúde do consumidor. Por isso, levará a questão ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), instância máxima de controle social da área de saúde no Brasil.

As novas regras começam a valer em abril para os planos privados assinados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98.

Veja uma tabela com as principais novidades em planos de saúde.
http://www.idec.org.br/imagens/revista119/tab_planos_saude119.pdf

A ANS disponibiliza em seu site uma listagem com as principais inclusões na versão de 2008 do rol de procedimentos de cobertura obrigatória.

http://www.ans.gov.br/portal/upload/noticias/NovidadesRol20080110.pdf


 

Planos de Saúde: mudança do rol de coberturas obrigatórias

Serviço:
 

Planos de Saúde: mudança do rol de coberturas obrigatórias
 
    
  Entenda a mudança

Depois de mais de três anos sem revisar o rol de procedimentos, a ANS finalmente o atualizou. Muitos dos procedimentos que passam a constar do rol constituem técnicas cirúrgicas e diagnósticas largamente utilizadas, que já deveriam ser cobertas pelos planos de saúde (videolaparoscopia, mamografia digital etc.).

Assim também o atendimento por profissionais de saúde de outras áreas que não a médica, como psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Muitos consumidores os têm acessado através do Poder Judiciário.

Como verdadeira novidade pode-se apontar a inclusão de procedimentos de planejamento familiar (vasectomia, laqueadura e DIU).

No que diz respeito aos transplantes, o Idec defende a inclusão de todos aqueles realizados no país no rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde. Por enquanto a ANS incluiu no novo rol o transplante autólogo de medula óssea (procedimento em que a medula do próprio paciente é reimplantada após a realização de sessões de quimio e radioterapia). Nos rols anteriores já havia a previsão de cobertura de transplante de rim e córnea.

A luta do Idec em defesa do consumidor de planos de saúde continua. Permanecem de fora do rol de cobertura obrigatória muitos procedimentos necessários para a garantia da saúde do consumidor, dentre eles transplantes alogênicos de medula óssea (quando a medula transplantada é doada por terceiro), outros transplantes (coração, fígado, pâncreas, pulmão etc.) e procedimentos de diagnóstico, como o pet scan (largamente utilizado para o diagnóstico do câncer).

Outro desafio é garantir o acesso irrestrito a tratamentos multiprofissionais, pois a restrição do acesso a nutricionistas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e fonoaudiólogos a apenas 6 consultas ao ano pode impedir a continuidade do tratamento.


4.4.08

38ª Jornada Paulista de Radiologia



Agência FAPESP A 38ª Jornada Paulista de Radiologia será realizada entre os dias 1º e 4 de maio no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O maior evento de radiologia da América Latina tem o objetivo de apresentar avançadas técnicas de diagnóstico por imagem. Os organizadores esperam a participação de cerca de 10 mil pessoas.

Mais 350 profissionais de todo o país apresentarão 23 cursos. As apresentações, que reunirão 30 professores dos Estados Unidos, Europa, América Latina e Austrália, discutirão tecnologias de raios X, ultra-som, tomografia computadorizada, ressonância magnética, mamografia, radioterapia, PET-CT e outras.

Entre os destaques da programação científica estão o seminário da International Breast Ultrasound School (Ibus), entidade que promove estudos e pesquisas na área de mama, e o Simpósio de Radiologia Intervencionista Não-Vascular. O evento é promovido pela Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SPR).

Mais informações: www.spr.org.br

24.3.08

Associação Portuguesa de Osteogenese Imperfeita


Date: Mon, 24 Mar 2008 16:51:49 +0000
From: "Associação Portuguesa de Osteogénese Imperfeita" <a.p.osteogeneseimperfeita@gmail.com>
To: "Associação Brasileira de Osteogênese Imperfeita - ABOI" <aboi@aboi.org.br>
Subject: Apresentaão da Associação Portuguesa de Osteogenese Imperfeita

 

Caros Amigos e Colegas

 

É com muito gosto e alegria que temos o prazer de vos informar da criação de uma Associação para a Osteogénese Imperfeita em Portugal.

 

A nossa Associação tem a designação de Associação Portuguesa de Osteogenese Imperfeita (APOI) e é uma organização nacional, voluntária e não lucrativa que pretende dedicar-se a ajudar os portadores de Osteogenese Imperfeita (OI) a lidarem com os problemas associados à sua doença.

 

A nossa missão consiste em tentar melhorar a qualidade de vida dos indivíduos afectados por O.I..

Como objectivos primários temos:

a)   Defender e apoiar os doentes com O.I.;

b)   Divulgar o conhecimento da doença e fomentar a prevenção das suas complicações;

c)    Promover a assistência e a investigação médica sobre a O.I.;

d)   Alertar as autoridades de saúde e responsáveis governamentais de forma a serem tomadas as medidas necessárias de diagnóstico precoce e implementação de tratamentos.

 

A APOI encontra-se actualmente a dar os seus primeiros passos. Foi criada por um pequeno grupo de portadores e de pais de portadores, que se uniram, com o apoio de médicos.

 

Apesar dos seus poucos recursos, a APOI pretende desenvolver todos os esforços para estimular o interesse público e profissional pela OI, a fim de apoiar os doentes e as suas famílias e incentivar a pesquisa e investigação por parte dos profissionais de saúde.

 

Actualmente temos vários projectos em mente, como obter um espaço de trabalho, criar brochuras com conselhos práticos para lidar com a doença para oferecer às familias, dinamizar um boletim de publicação periódica, criar um banco de material ortopédico para utilização pelos associados, criar uma página Web, ou outros ainda a serem delineados.

 

Para alcançar estes objectivos gostaríamos de apelar à vossa generosidade e colaboração, no sentido de tentar perceber como têm vindo a desenvolver estas actividades nos vossos países.

 

Mantemo-nos desde já ao vosso inteiro dispôr para quaisquer informações ou esclarecimentos adicionais acerca da APOI.

 

Ficamos a aguardar a vossa resposta e temos esperança que esta seja a primeira de muitas e futuras partilhas de informações e experiências.

 

Acreditamos que a troca de experiencias e a partilha de informação entre doentes, famílias e  profissionais de saúde podem ter um papel fundamental no desenvolvimento de interesses médicos e sociais  comuns e poderão contribuir para tornar o mundo dos portadores de OI um pouco melhor.

 

Um abraço amigo

M. Céu Barreiros

(Comissão Instaladora da APOI)

--
Associação Portuguesa de Osteogénese Imperfeita
Rua Abel Manta, 5 – 2º Dto
2780-174 Oeiras
Telefones móveis: +351 918625460 (M Céu Ramalhete); + 351 938260877 (M Céu Barreiros)

email: a.p.osteogeneseimperfeita@gmail.com

13.3.08

Questão do Mês de Março


Questão do Mês de Março
Onde posso encontrar dicas para lidar com OI no dia-a-dia?

A OI é descrita como uma enfermidade crônica com períodos de crise. A ABOI, em suas reuniões, promove a troca de informações e de experiências entre adultos e adolescentes que têm OI e de pais de crianças com OI, para construir um viver feliz, interessante e bem sucedido.  Entre elas:
  • Estar bem informado sobre OI e manter-se atualizada(o).
  • Manter-se em permanente contato com outros portadores e familiares de portadores de OI.
  • Desenvolver uma rede de apoio de amigos, família e pessoas com diferentes habilidades e profissões.
  • Cercar-se de pessoas que respeitam você e podem lhe dar apoio emocional
  • Tornar-se um(a) criativo(a) resolvedor(a) de problemas.
  • Desenvolver estratégias para lidar com ossos quebrados e cirurgias
  • Fazer da atividade física regular uma parte da sua vida
  • Cuidar da sua saúde
  • Arranjar tempo para o divertimento!

14.2.08

Questão do Mês de Fevereiro


O que um pai pode fazer para se preparar para uma cirurgia de implantação de hastes?

Há várias etapas que um pai pode percorrer até uma cirurgia programada para tornar as coisas mais fáceis para todos:
  • Familiarize-se com os procedimentos médicos.
  • Fale com o cirurgião com antecedência e faça todas as suas perguntas.
  • Estabeleça um plano de ação para o caso de uma fratura ocorrer antes da cirurgia programada.
  • Aproveite os programas hospitalares, especialistas em psicologia infantil e outros serviços estão disponíveis no hospital ou plano de saúde.
  • Esteja preparado para lidar com uma criança que estará sofrendo (inclusive dor).
  • Desenvolva um plano para cuidar de outros seus filhos e de si mesma(o).
  • Organize uma rede de amigos e parentes que possam ajudar dentro e fora do hospital.
  • Providencie transporte seguro do hospital para casa.
  • Desenvolva um plano de cuidados em casa que inclua fisioterapia.
Fonte: Children with Osteogenesis Imperfecta: Strategies to Enhance Performance. Osteogenesis Imperfecta Foundation.
Tradução: Rita Amaral e Flávio Amaral
Núcleo São Paulo da ABOI

9.2.08

Projeto brasileiro debate deficiência e sexualidade durante conferência do IASSCS

http://www.sxpolitics.org/mambo452/index.php?option=com_content&task=view&id=135

Entre os trabalhos destacados nesta edição está o de Leandra Migotto Certeza, jornalista brasileira e ativista de direitos humanos que ficou em segundo lugar na categoria Apresentação de Pôster, com o projeto Fantasias Caleidoscópicas . Com apoio da IASSCS, a jornalista participou do evento e apresentou parte do ensaio fotográfico da fotógrafa Vera Albuquerque, em que pessoas com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual, múltipla e/ou surdocegueira) são convidadas a mostrar sua beleza e sensualidade para as lentes.

17.1.08

Questão do Mês de Janeiro


O que posso fazer a respeito de perda de audição?
Tradução de: Rita Amaral e Flávio Amaral

"A perda auditiva afeta cerca de 50% das pessoas que têm OI. Ela varia de leve até a surdez quase total. Quando um membro da família tem uma perda auditiva as pessoas à sua volta também sentem o impacto. Para obter dicas sobre como gerenciar a perda auditiva, consulte a as sugestões no site da ABOI (www.aboi.org.br)."

Os seguintes endereços também oferecem informação e apoio.

Federação Nacional de Educação e Integração do Surdo.
http://www.feneis.com.br

Central de Recursos para Surdos
http://especial.futuro.usp.br/

20.12.07

Novidades no site da ABOI

Foram inseridas algumas novas informações de interesse dos portadores no site da ABOI. Uma delas é a entrevista do DR. Celso Rizzi, do CROI Rio de Janeiro, sobre hastes cirúrgicas. Ele responde a 10 questões frequentemente apresentadas pelos pais e portadores.

A outra é uma série de dicas de segurança para crianças com OI oferecidas por Alejandra Iglesias, mãe de um portador.

Além destas, vale a pena consultar as respostas de Carolina Pacheco, fisioterapeuta voluntária do Núcleo São Paulo da ABOI.

Os links são os seguintes:

http://www.aboi.org.br/Hastes.html


http://www.aboi.org.br/boassolucoes.html


http://www.aboi.org.br/fisioterapia.html

5.12.07

Importância dos Movimentos


por Aluísio Menin Mendes

A Cinesiologia é a ciência que estuda os movimentos humanos.

Através dela podemos perceber e compreender muitas coisas que ocorrem na nossa vida, podendo assim torná-la melhor.

Qual a primeira impressão que se tem ao olhar um pequeno gatinho parado e enrolado? Está sem vida! Mas, a partir do momento que se constata que seu abdômen sobe e desce, conclui-se que ele apenas dorme tranqüilamente. Então, movimento é vida! Não há como viver sem ele.

Nossos movimentos são possíveis pela ação muscular. É através da contração dos músculos que o ser humano é capaz de realizar façanhas extraordinárias, como saltar 2,45 metros de altura, pular mais de 8 metros de distância, correr 100 metros em menos de 10 segundos, terminar uma maratona em pouco mais de 2 horas, levantar mais que o próprio peso corporal no halterofilismo, realizar vários giros no ar na ginástica, saltos ornamentais ou no skate. Acariciar alguém, pintar um quadro, dançar uma valsa, também são exemplos desse magnífico controle que temos sobre os músculos. Ações inconscientes, como controlar o fluxo sanguíneo para nossos órgãos, arrepiar os pêlos ao sentir frio, regular o foco da visão, ou simplesmente sorrir são possibilitadas pela ação dos nossos músculos.

Entretanto, esta maravilha que protege órgãos, faz com que possamos nos expressar, dá forma ao corpo, ou coloca pão na mesa do trabalhador, precisa ser exercitada, precisa ser usada com intensidade razoável, sob pena de falir.

Então, devido ao o extremo avanço tecnológico conseguido pelo Homem, nossas vidas tornaram-se muito mais confortáveis, porém essa tecnologia substituiu o duro trabalho dos nossos músculos.

É muito melhor apertar um botão do que descer na chuva para abrir um portão. Quem trocaria sua TV de controle remoto por outra que obriga a pessoa sair de sua confortável poltrona toda vez que quiser trocar de canal? Só que esta "lei do mínimo esforço" traz inúmeros problemas ao indivíduo.

Devido à insuficiente utilização diária dos músculos do corpo, temos este importantíssimo sistema corporal atrofiando, ou seja, entrando em falência. Quando não são colocados para trabalhar durante muito tempo, enfraquecem tanto que tornam a simples atividade comum de um dia algo cansativo. Ficar em pé, subir lances de escada, apoiar-se numa perna só durante o banho, ou trocar o gás de casa, tornam-se tarefas difíceis.

Por isso, coloque seus músculos para funcionar. Torne sua vida mais ativa e logo verá os benefícios físicos e psicológicos.

Um dia tem 24 horas e, normalmente, utilizamos 8 horas para dormir, 8 horas para trabalhar e 8 horas para as demais atividades. Dificilmente não encontraremos nessas 8 últimas horas citadas um espaço de 30 minutos, 3 vezes por semana para que possamos investir em nós mesmos.

Utilize esse tempo para movimentar-se com uma intensidade maior do que comumente faz. Caminhar ou pedalar uma bicicleta são apenas 2 exemplos das incontáveis atividades que podem deixar você mais ativo do que é hoje.

Movimente-se e seus músculos agradecerão por lembrar deles!
http://www.dexa.med.br/juvent/musculos.html

Questão do Mês de Dezembro

Questão do Mês de Dezembro
Tradução: Rita Amaral e Flávio Amaral
Núcleo São Paulo da ABOI

É seguro para pessoas que têm hastes em seus braços e/ou pernas fazer um exame por Imagem de Ressonância Magnética?


IRM é a sigla para Imagem de Ressonância Magnética. Trata-se de um exame que utiliza um forte campo magnético e pulsos de ondas de rádio para fazer imagens dos órgãos dentro do corpo. Fornece informações que não podem ser vistas em nas imagens de Raios-X.  É verdade que objetos metálicos interferem com o exame. As pessoas são convidadas a remover todos os objetos metálicos do corpo, como relógios e anéis, antes de entrar na máquina. Mesmo assim, as pessoas com OI que têm hastes cirúrgicas metálicas e outros tipos de metais nos ossos ainda podem fazer com segurança um exame por Ressonância Magnética, se necessário. Pode haver alguma sombra imediatamente ao redor das hastes, mas as imagens são geralmente boas nas áreas acima ou abaixo da haste e informações úteis podem ser obtidas.
Hastes de titânio interferem menos com o sinal da Ressonância Magnética.  A maioria das hastes são de aço inoxidável ou ligas metálicas e elas interferem na imagem ao redor das hastes. Hastes de aço inoxidável podem causar dor durante o exame. Uma Tomografia Computadorizada tem menos interferência, mas não é boa para apreciar a medula espinhal ou discos vertebrais..
O médico que determina exame por Ressonância Magnética pode pedir ao radiologista que supervisiona o exame para se assegurar de produzir informações suficientes, tendo em conta a natureza e localização das hastes. É uma boa idéia para todos manter um registro das hastes que inclua: quando foram inseridas, tipo de haste e tipo de metal de que foram feitas.
Fonte: Osteogenesis Imperfecta Foundation.


27.11.07

Convite Núcleo RJ


Em dezembro de 2007, a ABOI Associação Brasileira de Osteogenesis Imperfecta, completará oito anos de fundação. Foi um longo caminho percorrido com muitas conquistas e importantes parcerias estabelecidas. Dentre as quais destaca-se a criação de 13 hospitais reconhecidos no Brasil como Centro de Referência em Osteogênesis Imperfecta.

No  Rio de janeiro,  o Instituto Fernandes Figueira IFF ,  a  Medilabs, o Instituto Nacional de Traumatologia e  Ortopedia INTO e o  Instituto Estadual de Diabete e Endocrinologia IEDE tem sido importantíssimas parcerias  para melhoria na qualidade de vida dos portadores.

Todas essas conquistas só nos incentivam comemorar a VIDA. Por isso estamos convidando a participar de nossa confraternização, que acontecerá no dia 02 de dezembro de 2007 (domingo), com início às 8:30 horas , no Anfiteatro do Instituto Fernandes Figueira, localizado na Av. Rui Barbosa nº760, Flamengo, RJ.

Antes da confraternização, faremos uma reunião, onde os médicos do IFF estarão apresentando as novidades e resultados no tratamento dos portadores. Com os seguintes temas:

1- Estado atual do CROI/IFF quanto ao tratamento pelo pamidronato dissódico - Revisão do fluxograma de atendimento e tratamento -  Drª Maria Angélica

2-  Estado atual do CROI/IFF quanto ao tratamento pelo alendronato dissódico - Revisão do fluxograma de atendimento e tratamento -  Drª Aline

3-   "Perguntas e Respostas mais freqüentes no ambulatório de Ortopedia" - Dr.Celso Rizzi do INTO

Para a nossa confraternização peço a sua colaboração. Aqueles que puderem, não é obrigatório,  favor trazer  um prato de doce ou salgado ou refrigerante.

Aguardamos você e seus familiares no dia 02 de dezembro. Sua presença é fundamental, só assim garantimos nossas conquistas.

Telefones da ABOI no Rio de Janeiro. 3371 29 41   9962 8281 Fátima e José Carlos

                                       Visite o nosso site
www.aboi.org.br

22.11.07

Matéria do Bahia MeioDia sobre Osteogenesis Imperfecta



Para assistir, clique em Assistir Vídeos, Matéria do dia 20/11/2007, intitulada "Seminário discute tratamento da doença dos ossos de vidro"
http://ibahia.globo.com/bahiameiodia/materias_texto.asp?modulo=2906&codigo=161821